Moon Faces









Quem somos:


Nome: Meialua
Idade: 26
Nascida a: 31.10.1978 (Halloween)
Fascina-me: O Oculto, o Mistério, a Lua, o Mar
Gosto: Da noite, do Sol, do Mar, da Praia, de conversar, de ler,de poesia,dos amigos verdadeiros, do amor, da sinceridade, da lealdade, da sensibilidade, de rir, chorar...
Detesto: Hipocrisia, mentiras, falsidade, que me tentem passar a perna, amigos interesseiros,...
Sou: Sincera, divertida, sensível, teimosa, um pouco vingativa, boa amiga, sonhadora, imprevísivel...
Um Livro: Brida
Um Filme: The Crow
Uma Cor: Azul
Uma Citação: "Se é o Sonho que nos guia, nunca seremos pobres, porque haverá sempre um pretexto, para ir mais longe..."
Localizaçao:Amadora
E-mail:luamagica@hotmail.com
Blogs Pessoais:

Visitem Fragmentos da Lua


Visitem a Bruxinha da Lua





Nome: Moon Priestess
Idade: 24
Nascida a: 17.09.1980
Fascina-me: O Mar, a Lua, o Sol, o oculto, os Golfinhos, a Mitologia Grega, o Antigo Egipto, a Idade Média e por aí fora...
Gosto: De uma amizade verdadeira, estar junto de alguém querido, passear à beira mar...
Detesto: Falsidade, Hipocrisia, Injustiça, Traição
Sou: Um pouco indefinida...alegre mas séria, introvertidamente extrovertida...
Um Livro: As Brumas de Avalon, o Pequeno Buda
Um Filme: As Brumas de Avalon, Matrix, Constantine
Uma Cor: Preto
Uma Citação: "Guarda-te uma vez dos inimigos e mil vezes dos amigos, porque um amigo poderá vir a ser teu inimigo e prejudicar-te com facilidade" Petrus Alphonsi
Localização:Faro
E-mail:golfinha80@hotmail.com
Blogs Pessoais:

Entrem nesta viagem até à Lua!


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Sobre nós:
Para aqueles que acreditam em vidas passadas certamente será fácil compreender aquilo que aqui aconteceu. Fomos descobrindo, ao longo de vários meses, ideias, gostos, e muitas mais coisas em comum que nos levam a acreditar que se trata de algo mais do que simples coincidências, algo que nos ultrapassa e parece vir bem de trás, de uma outra vida quem sabe...e que fez com que nos reencontrassemos na actualidade, tornando-nos, aos poucos, boas amigas. Sendo assim, para além dos nossos blogs pessoais, poderão agora encontrar neste recanto lunar, do qual trataremos em conjunto, pedacinhos de nós...

Citação do Dia:




Som Lunar:

Lamb - Gabriel


I can fly
but I want his wings
i can shine even in the darkness
but I crave the light that he brings
revel in the songs that he sings
my angel gabriel

i can love
but I need his heart
i am strong even on my own
but from him I never want to part
he's been there since the very start
my angel gabriel
my angel gabriel

bless the day he came to be
angel's wings carried him to me
heavenly
i can fly
but I want his wings
i can shine even in the darkness
but I crave the light that he brings
revel in the songs that he sings
my angel gabriel
my angel gabriel
my angel gabriel





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Thursday, January 12, 2006
Quatro tipos de dragões

Continuando por este mundo mágico dos dragões (podem ver mais No Mundo da Lua)...

Dragão Pré-histórico

Os dragões do período cretáceo foram os maiores animais voadores que já existiram. O dragão pré-histórico é descendente do grupo de dragões aquáticos ou semi-aquáticos que ocupou os pântanos costeiros há mais ou menos 200 milhões de anos, no final do período Triássico, e que deu origem a espécies marítimas e terrestres. As espécies terrestres eram inicialmente quadrúpedes e corriam sobre as quatro patas sem poder voar ou cuspir fogo. Uma dessas espécies desenvolveu a habilidade de correr sobre as pernas traseiras. Como as pernas dianteiras deixaram de ser usadas para se manter de pé ou correr, continuaram evoluindo, transformando-se eventualmente em asas e tornando o vôo possível. Este processo é quase exatamente igual ao da evolução do vôo dos pássaros, descendentes de um pequeno dinossauro bípede.

Em determinado momento - e não existem provas fósseis desta teoria -, os dragões teriam hospedado no intestino uma bactéria ativa capaz de produzir hidrogênio. Isto permitiria que, apesar do seu tamanho, os dragões não sofressem as mesmas restrições de vôo dos pássaros e morcegos, e chegassem a ser os maiores animais voadores da história, desafiando um dos maiores carnívoros daquela época, o Tiranossauro Rex. Além disso, os dragões teriam ingerido minerais inorgânicos, tais como platina, provocando a ignição catalítica do hidrogênio produzido nos intestinos. Esta potente arma, o fôlego de fogo, completou o arsenal do dragão. Começava então, o reinado do dragão pré-histórico.

Dragão Marinho

Algumas das primeiras espécies de dragões eram aquáticas ou semi-aquáticas e vasculhavam os pântanos e as costas litorâneas, vivendo, na verdade, de maneira muito semelhante aos crocodilos modernos. Quando há cerca de 65 milhões de anos, uma explosão cataclísmica provocou a extinção em massa dos seres vivos, estes dragões aquáticos sobreviveram. Uma eventual mutação dotou estes dragões com um terceiro par de membros, suplementares aos outros dois, e fez desta nova espécie a única classe de vertebrados de seis pernas.

Alguns destes novos dragões recolonizaram a terra, tornando-se completamente terrestres. Seus membros suplementares evoluíram nas asas totalmente funcionais dos dragões voadores. Outros permaneceram aquáticos, especializando-se mais e mais em recursos alimentares marinhos, como os crustáceos, peixes e tartarugas, animais que conseguiam pegar nas águas rasas do litoral. Com o passar do tempo, eles evoluíram adaptando-se a uma vida plenamente aquática e suas asas rudimentares transformaram-se em  barbatanas.

Os peixes ficavam presos na boca dos dragões, cada vez maior e mais longa, e armada com um grande número de dentes afiados que podiam segurar as presas escorregadias. Asas, é claro, eram obstáculos e inúteis na água, e, com o tempo, diminuíram e desapareceram. O exemplo mais famoso de dragão marinho talvez seja o Monstro do Lago Ness.

Dragão da Floresta

Os dragões da floresta viviam em matas densas e bambuzais. Eles mantiveram a forma corporal longa e sinuosa dos seus ancestrais aquáticos, uma adaptação útil para atravessar com rapidez a vegetação quase impenetrável da floresta. Conseguiram também reter a capacidade de nadar e, em épocas de muito calor, ou escapando de perigos como os incêndios nas florestas, eles tinham a alternativa de voltar aos rios.
As asas dos dragões da floresta eram curtas e incapazes de voar. Entretanto, estes dragões eram capazes de saltos extraordinários, curvando seus corpos em forma de uma espécie de aerofólio, conseguindo um "impulso" extra das pequenas asas e reduzindo seu peso graças às vesículas de vôo cheias de hidrogênio, como as dos dragões pré-históricos.
Alguns descendentes dos dragões da floresta saíram das matas em busca de alimentos em terrenos abertos, resultando nos magníficos dragões que habitaram a China e o Sudeste da Ásia, além de outras subespécies isoladas que viveram nas ilhas japonesas.

Dragão da Montanha

O dragão da montanha é assim denominado porque durante o período medieval viveu restrito principalmente às montanhas e a outros habitats remotos. O nome, entretanto, é um pouco inapropriado, pois antes de sofrer a pressão da agricultura e do crescimento da população humana, a espécie vivia muito mais espalhada nas florestas das planícies e não ficava restrita às montanhas.
Como todos os dragões do período pós-Cretáceo, os dragões da montanha tinham seis membros: um par de asas, além dos dois pares de pernas, resultado de uma vantajosa mutação que ocorreu após a extinção do dragão pré-histórico de duas pernas e duas asas.
O corpo do dragão da montanha era relativamente curto, se comparado ao do dragão marinho. Um corpo compacto era essencial para voar, pois uma coluna vertebral longa e flexível é uma desvantagem para o vôo. A cauda era tão longa quanto o corpo, com uma estrutura em forma de ponta de flecha e afiada como uma lâmina, que servia como arma defensiva. Um golpe lateral da cauda de um dragão poderia decepar o braço de um homem.

 

Espero que tenham gostado...

Beijinhos e bom fim de semana!!


Tuesday, January 03, 2006
Sou uma Bruxa porque

 Sou uma bruxa porque Sempre que abro os olhos ao despertar, me emociono por mais um dia para viver, livre e comprometida com as coisas e as causas da Grande Mãe.

Neste momento procuro refletir a respeito dos tantos dias que nos foram tirados, por inveja, injúria e cobiça e peço luzes e força a Deusa Mãe para o dia de hoje.

Sou uma bruxa porque ao abrir as janelas e respirar o ar da manhã, agradeço a Deusa pelo dom da vida, e celebro o pai ar pela sua presença em mim.

Sou uma bruxa porque ao me alimentar, celebro aquele bendito alimento e bendigo todos aqueles que contribuíram com seu trabalho para que o mesmo chegasse a minha mesa.

Sou uma bruxa porque sempre de alguma forma renasce o amor em mim, e minha alma agradecida transmite luz.

Sou uma bruxa porque sempre me envolvo e me comprometo a serviço da justiça e da paz no mundo.

Sou uma bruxa porque estou sempre insistindo em abrir as portas do meu coração para transmitir os ensinamentos dos antigos e facilitar o despertar da grande arte nos corações dos que me cercam.

Sou uma bruxa porque estou sempre acendendo um fósforo sem maldizer a escuridão.

Sou uma bruxa porque busco a verdade sem jamais me conformar com a mentira e o subterfúgio. Sou uma bruxa sempre que renuncio ao egoísmo e procuro ser generosa.

Sou uma bruxa quando sorrio para alguém, mesmo estando muito cansada, pois conheço o valor do sorriso.

Sou uma bruxa quando preparo um chá que vai curar, ou pelo menos amenizar a enxaqueca daquela vizinha chata.

Sou uma bruxa quando tomo um animal em meu colo para lhe amenizar a dor. Quando planto e colho uma erva e agradeço a Gaia por tamanha dádiva.

Sou uma bruxa quando persigo a luz de uma estrela com o olhar e o coração nas trevas que nos circundam. Quando levo a fé nos Deuses por entre linhas, apenas com minhas ações.

Sou uma bruxa quando em rijo, sinto o rio do sangue da vida que escoa nas minhas entranhas. Quando sou fogo que estimula o coito, e água que transforma e modifica cursos.

Sou uma bruxa porque me aconchego no seio sagrado da terra, voltando ao colo sagrado. Quando abro o circulo invocando os ventos do norte, buscando no canal dos antigos o néctar do renascer.

Sou uma bruxa porque quando falo em liberdade me sinto águia. Quando falo de sabedoria me sinto coruja e quando falo do belo me sinto arara.

Sou uma bruxa porque estou sempre atenta ao perfume, que não posso derramar no próximo sem que também me atinja e a lei tríplice se faz em mim. Sou uma bruxa quando vivencio o sabor do pão partilhado. Quando procuro pedir perdão e recomeçar.

Sou uma bruxa quando me recolho ao silêncio perante um julgamento preconceituoso ou injusto a meu respeito, entrego ao tempo. Único polo óptico da verdade imutável.

Sou bruxa quando desenvolvo em meu ser a humildade de viver e morrer como o grão de trigo, para depois frutificar searas de luz, de tenacidade e esplendor.

 Sou uma bruxa porque estou sempre ressurgindo das cinzas como Fênix. E assim, retomar a minha vivência concreta, cujo itinerário principal é a minha Deusa interior, forte, guerreira, translúcida, serena e amorosa a despertar em mim.

Por tudo isso sou uma bruxa!

Por Graça Lúcia Azevedo/Suma Sacerdotisa do Templo Casa Telucama


Posted at 11:17 pm by meialua
Brilhos Lunares (3)  

Tuesday, December 27, 2005
Sonho

 

Ter um sonho, um sonho lindo,
Noite branda de luar,
Que se sonhasse a sorrir...
Que se sonhasse a chorar...

Ter um sonho, que nos fosse
A vida, a luz, o alento,
Que a sonhar beijasse doce
A nossa boca... um lamento...

Ser pra nós o guia, o norte,
Na vida o único trilho;
E depois ver vir a morte

Despedaçar esses laços!...
...É pior que ter um filho
Que nos morresse nos braços!

Florbela Espanca

****


Monday, December 19, 2005
Ritual do Sabbat Yule

Depois de vermos na Bruxinha da Lua, o significado deste Sabbat, aqui fica o ritual apropriado para este dia:

Comece erguendo um altar voltado para o norte. Em torno dele, trace um círculo com cerca de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Decore o altar com azevinho, visco ou qualquer outra erva sagrada para este Sabbat.

Coloque uma vela de altar branca no centro do altar. à sua esquerda coloque um cálice com vinho tinto ou sidra e um incensório. Qualquer uma das seguintes fragrâncias de incenso é apropriada para esse ritual: louro, cedro, pinho ou alecrim. à direita da vela coloque um punhal consagrado e um prato com sal. Por trás do altar, um galho de carvalho de Natal com 13 velas vermelhas e verdes enfeitando-o.

Pegue o punhal com a mão direita e tire um pouco de sal com a ponta da lâmina. Deixe-o cair no círculo. Repita três vezes e diga: ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SAGRADO DO SABBAT EM NOME DO GRANDE DEUS. O SENHOR DIVINO DAS TREVAS E DA LUZ, O DEUS DA MORTE E DE TODAS AS COISAS DO ALéM, ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SABRADO DO SABBAT EM SEU NOME.

Coloque o punhal de volta em seu lugar no altar. Após acender o incenso e a vela, mais uma vez pegue o punhal com a mão direta. Mergulhe a lâmina no cálice e diga: OH GRANDE DEUSA, MãE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS, NóS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR. ABENçOADO SEJA! E NóS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS, OH GRANDES DEUS DA CAçA, PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA! áGUA, AR, FOGO, TERRA, NóS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL. NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA, ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS.

Coloque o punhal de volta no altar. Pegue o cálice com ambas as mãos e, enquanto o leva aos lábios, diga: BEBO ESTE VINHO EM HONRA A TI, OH DEUS DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. AGRADECEMOS A TI PELA LUZ DO SOL. SALVE, OH GRANDE CORNíFERO!

Beba o vinho e coloque o cálice no seu lugar no altar. Acenda as 13 velas no ramo da árvore de Natal e encerre o Ritual do Solstício de Inverno, dizendo: O FOGO DO RAMO SAGRADO DO NATAL ARDE, A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. QUE ASSIM SEJA!

Celebre, com alegria, num banquete com a família e os amigos até que a última vela da árvore se apague.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich

 

E como o tempo está escasso para nós duas, desejamos-vos já um excelente Yule!

Beijos mágicos para todos*



Posted at 01:32 pm by meialua
Brilhos Lunares (8)  

Sunday, December 11, 2005
Meditação

Se leram o princípio do post No Mundo da Lua, aqui encontram mais um pouco sobre o assunto...

Como posso meditar?

Poderá começar a praticar meditação no começo do dia. Sim, para começar o seu dia de uma maneira mais equilibrada, dando tempo à sua mente para sair do estado de sono para o começo da luta diária.

Sente-se num lugar confortável, directamente no chão ou numa cadeira com apoio para as costas. Para os que preferem o chão, sente-se na posição oriental, de lótus ou de Yoga, com as pernas cruzadas e a coluna recta. Na cadeira, mantenha também as costas rectas e as pernas e pés separados, encostando no chão. Fique à vontade para colocar uma música ambiente ou ficar em silêncio. RELAXE!

Focalize a sua atenção no seu corpo. Feche os olhos. Comece sentindo os seus pés, forçando e relaxando a musculatura dos pés. Sinta o sangue, a energia sendo libertada para o seu corpo. Agora focalize a sua atenção na parte de trás das suas pernas, também forçando e relaxando a musculatura. Recupere a sua respiração e tente respirar tranquilamente pelo nariz. Continue a fazer este exercício de focalização nas suas coxas,  estômago… até chegar ao coração.

Pare um pouco, sinta-se relaxado e comece a observar as batidas do seu coração. Perceba que elas começam a harmonizar-se com a sua respiração. RELAXE! Tente focalizar toda a sua atenção nas batidas do seu coração e na sua respiração. Se não conseguir CONCENTRAR-SE de maneira que os seus pensamentos desacelerem, tudo bem. Com a prática os seus pensamentos vão começar a diminuir até a sua mente ficar calada. Não tente impedir forçosamente que os seus pensamentos venham. Reconheça cada pensamento com tranquilidade e despeça-se dele.

É como se falasse consigo  mesmo "tudo bem, reconheço que estou a pensar, que hoje tenho que lavar o carro" ou "reconheço que posso atrasar-se". O acto de tomar conhecimento do que se está a passar na sua cabeça permite que o fluxo de pensamentos venha de uma maneira mais organizada e controlada. Com o tempo, será capaz de dizer para si mesmo: "Reconheço que mil pensamentos são necessários para eu viver, mas agora é hora de silêncio" e a sua mente irá silenciar-se.

Quando sentir a sincronia entre as batidas do seu coração e a sua mente e que os seus pensamentos começam a ceder espaço para o silêncio, comece a reparar a linguagem do seu corpo: regiões que ainda precisam de mais relaxamento, onde está dolorido e onde está em paz. Perceba que o seu corpo vibra ritmicamente com o seu coração e a sua respiração.

RELAXE! E tente mais uma vez não pensar em nada, diga para si mesmo: "Tenho consciência do meu corpo, dos meus pensamentos, do meu ser. Estou em harmonia. Estou em silêncio". No momento em que perceber que os seus pensamentos começam a voltar, concentre-se de novo na sua respiração e no seu coração. Relaxe o seu pescoço, a sua cabeça e perceba mais uma vez o seu corpo como um todo.

RELAXE! Tente reconduzir os seus pensamentos e limpar a sua mente.

Quando os seus pensamentos começarem a vir de uma maneira insistente ou se o seu corpo começa a apresentar sinais de desconforto ou cansaço, comece a despestar lentamente: primeiro conscientizando-se dos seus pés, depois das suas pernas, até ter consciência de todo o seu corpo. Perceba a sua respiração e, embora ela ainda esteja em harmonia com as batidas de seu coração, sinta-a como uma coisa separada.

Oiça apenas o seu coração, sem associações. RELAXE! Comece a perceber os sons externos, a música relaxante, o silêncio ou o barulho da sua casa, a vida lá fora. Levante-se com calma ou, ainda sentado, dê tempo para que a sua consciência entre no ritmo da rotina diária. Sinta como está relaxado e a sua mente tranquila.

Comece a praticar por apenas 3 minutos e vá aumentando o tempo progressivamente, de acordo com os seus resultados, até que consiga meditar por meia hora. Comece, então, praticar pela manhã e pela noitinha. Com o tempo, perceberá que será capaz de meditar em qualquer lugar, em casa, no trabalho, no autocarro… e também notará que a sua mente se desligará pelo tempo que você estabeleça, 5 minutos ou meia hora.

Também poderá fazer uma meditação dirigida para buscar a solução de algum problema ou beneficiar alguma condição de saúde. Para isso, focalize sua atenção na questão antes de entrar no estado de meditação, logo após o relaxamento.

Por exemplo, fale consigo mesmo: "Hoje, enquanto a minha mente se silencia, a minha 'criança interior' poderá ajudar-me a solucionar o seguinte problema xxxxxxx". Ou: "Hoje, enquanto a minha mente se silencia, o meu corpo físico irá trabalhar pela cura da minha dor de estômago".

Então, RELAXE e comece a sincronizar a sua respiração com o seu coração. Poderá receber visões durante a meditação ou terá uma diferente perspectiva do problema ao despertar. Nas condições de saúde, a prática direccionada contínua permitirá alguma melhora, mas não é possível garantir a cura para o problema.

A prática da meditação permite que tome um papel mais activo no controlo das suas funções vitais. Com o tempo, passará a observar o mundo à sua volta de uma maneira diferente. As necessidades alimentares do seu corpo também poderão mudar. Muitos começam, naturalmente, a comer de uma maneira mais saudável e equilibrada.

A luz solar também passará a ter mais importância como fonte essencial de energia. O importante é que a prática da meditação permite que nos tornemos pessoas mais equilibradas, menos stresssadas, sentindo maior prazer em viver. Mudando positivamente a nossa interacção com o universo e com nós mesmos.

Beijinhos e uma boa semana para todos...


Monday, November 28, 2005
William Shakespeare

E quem diz que as fadas não existem?



Agradecido,
sei o lugar onde há belo canteiro
que o ar embalsama de agradável cheiro
do tomilho selvagem,
da sincera violeta
e da graciosa primavera,
onde há latadas de fragrantes rosas
e madressilvas de excessiva doçura...

Titânia aí parte da noite dorme
sob gracioso dossel formado de pétalas,
por danças e canções acalentada.

A serpente aí deixa a pele colorida
para de vestido a uma fada servir,
fino e comprido.
Como dorme o luar suavemente neste canteiro...


Beijinhos e boa semana para todos
***


Sunday, November 20, 2005
Travessia


“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
que já têm a forma do nosso corpo
esquecer os nossos caminhos
que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É tempo da travessia e se não buscarmos fazê-la,
teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos”.


Uma boa semana para todos!
Beijos*


Posted at 04:44 pm by meialua
Brilhos Lunares (1)  

Thursday, November 10, 2005
Vozes do Mar





Quando o sol vai caindo sobre as águas
Num nervoso delíquio d’oiro intenso,
Donde vem essa voz cheia de mágoas
Com que falas à terra, ó mar imenso?...


Tu falas de festins, e cavalgadas
De cavaleiros errantes ao luar?
Falas de caravelas encantadas
Que dormem em teu seio a soluçar?


Tens cantos d'epopeias?Tens anseios
D'amarguras? Tu tens também receios,
Ó mar cheio de esperança e majestade?!


Donde vem essa voz,ó mar amigo?...
... Talvez a voz do Portugal antigo,
Chamando por Camões numa saudade!

Florbela Espanca


Beijo para todos e bom fim de semana...




Wednesday, October 26, 2005
Sonhos


Aqui vejo unicórnios, florestas verdejantes e
cascatas luxuriantes.
Aqui, sou rainha dos bosques
por onde caminho descalça
e converso com os duendes...

Nas clareiras, ao pé dos carvalhos,
danço e canto nas noites de lua cheia
cercada dos elfos e das sílfides
que saem da terra para me saudar.

Aqui é o meu reino, aqui sou majestade.
Aqui sou a dona dos rios e das cachoeiras,
habito as matas e as cavernas
e meus amigos são os seres da terra.

É aqui que me encontram quando estou sonhando
porque é aqui que a minha alma vive...

(Desconheço o Autor)

 


Posted at 08:51 pm by meialua
Brilhos Lunares (3)  

Monday, October 17, 2005
Uma lenda

Depois de aguçado o apetite para a mitologia grega pela Meia Lua, aqui vos deixo uma lenda para que continuem a sonhar neste mundo maravilhoso...


Em seu palácio no fundo do mar, Posêidon está furioso, como bem se pode imaginar. Apesar das tempestades que o deus levanta sem parar, Ulisses consegue sempre escapar, e sua frota de doze navios continua intacta.

Enquanto isso, nos navios os homens de Ulisses, exaustos, mal conseguem recuperar-se da sua luta contra o mar. Como gostariam de parar em algum lugar!... Então, vêem uma ilha que, como se fosse um barco, avança na direcção deles.

É o reino de Éolo, o deus dos ventos.

Ulisses e os seus marinheiros abordam-no. Éolo recebe-os bem e, antes da partida, oferece ao rei de Ítaca um odre que contém todos os ventos. Enquanto esse odre estiver fechado, não há o que temer das tempestades.  

Graças a essa ajuda, depois de dez dias os doze navios aproximam-se de Ítaca, ao final de um tranquilo cruzeiro.

À noite, todos vão dormir, felizes com a idéia de que muito em breve tornarão a pôr os pés no solo pátrio. No entanto, os poucos marinheiros que ficaram de vigia no barco de Ulisses querem saber qual o conteúdo daquele grande odre. Aproveitando que todos dormem, desamarram a corda que o fecha.

Na mesma hora, arma-se um furacão prodigioso, que afasta a frota bem longe de Ítaca, para a ilha dos lestrigões. Onze das embarcações atracam num pequeno porto de aparência tranquila.

Ulisses, desconfiado, prefere deixar o seu navio ao largo. E faz muito bem, pois quando anoitece os lestrigões (que são canibais imundos) atacam os barcos ancorados e devoram todas as tripulações. Depressa, Ulisses manda içar as velas e foge para bem longe.


Os ventos levam o navio para perto da ilha de Aea. Ulisses envia uma patrulha de reconhecimento. Esse pequeno grupo de marujos é logo cercado por feras de comportamento estranho. Em vez de mostrar-se ferozes, são afectuosas e pedem carinho. Ao chegar diante de um palácio magnífico, os marinheiros vêem sair uma mulher que se apresenta como Circe, a rainha da ilha, que os convida a almoçar. Entram todos, menos Euriloco, o qual resolve ficar de fora e observar o que se passa. Ele vê seus amigos transformar-se em porcos logo depois de experimentarem a comida que Circe lhes ofereceu.

Euríloco corre a avisar Ulisses. O herói resolve que libertá sozinho os companheiros. No caminho, perto de um bosque, Hermes, o mensageiro de Zeus, dá-lhe uma erva mágica, protectora contra os sortilégios da bruxa.

Quando chega ao palácio, Ulisses também é convidado por Circe. Protegido pela erva, come de tudo, sem ser afectado. Assombrada, a maga compreende que aquele homem é amado por um deus. Ela então renuncia a seus malefícios e devolve a forma humana aos homens que transformou em bichos. Melhor ainda: ajuda Ulisses a retomar a viagem. Seguindo seus conselhos, o herói desce aos infernos para consultar o adivinho Tirésias, que o adverte dos perigos que o esperam. Dessa forma, com o coração confiante, Ulisses pode reiniciar sua aventura.

O navio ruma para o país das sereias. Circe preveniu-o contra essas criaturas de corpo de pássaro (e não de peixe) e rosto de mulher, que usam seus cantos melodiosos para enfeitiçar os navegantes e fazê-los naufragar.


Ulisses quer ouvir essas vozes encantadoras e, ao mesmo tempo, preservar seu navio. Para isso, manda que os marinheiros lhe tapem os ouvidos com cera de abelha e o amarrem bem firme ao mastro. O barco então aproxima-se do país das sereias, as quais, entre os ossos das tripulações cuja morte causaram, começam a cantar.

Nada é mais delicioso que essas vozes. Amarrado, Ulisses suplica que o soltem, para poder entrar na água e juntar-se às sereias. Grita, chora, ordena, implora, ameaça. Não adianta nada. Surdos por causa da cera, os homens continuam a remar e afastam o barco desse lugar fascinante mas perigoso. Só então soltam Ulisses, que reassume o comando.

Bem a tempo!

Outro perigo mortal ameaça o navio. Dois monstros marinhos estão à espreita: Caribde e sua companheira Cila. Caribde engole enorme quantidade de água e, depois, cospe-a com tanta violência que cria um turbilhão vertiginoso. Um pouco avariado, o navio consegue escapar, mas aproxima-se demasiado de Cila. Sobre as ondas raivosas, o monstro ergue as suas seis cabeças de cadela e agarra seis marinheiros. Graças a uma hábil manobra, porém, Ulisses foge.

Chega à ilha de Hélio, onde esse deus solar deixa seus magníficos bois pastar. Exaustos, os gregos dormem na praia. Ao alvorecer, um cheiro de churrasco acorda Ulisses. Seus homens, famintos, estão assando os bois sagrados. Durante seis dias entregam-se a um banquete gigantesco, mas, para não ofender Hélio, Ulisses recusa-se a participar.

O deus fica mesmo furioso com o comportamento dos gregos e pede a Posídon que o vingue. Assim que o barco volta a navegar, uma série de ondas gigantescas destrói-o de encontro a um rochedo, afogando de uma só vez todos os tripulantes. Apenas Ulisses é salvo, agarrado a um destroço.

Recolhido pela ninfa Calipso, passa com ela muitos anos. Um dia, Zeus ordena que a ninfa liberte Ulisses. Calipso obedece e ajuda o herói a construir uma jangada. Nesse barquinho, Ulisses tenta voltar para Ítaca.

Mas a ira de Posídon não se amainou. O mar bravio engole a frágil balsa. Ulisses nada desesperadamente para escapar às ondas, que acabam por levá-lo até uma praia. Lá, algumas mulheres o encontram. Entre elas está Nausica, filha do soberano dos Feácios, a qual o conduz até o pai.

O rei ouve com atenção as múltiplas aventuras de Ulisses e empresta-lhe um navio e uma tripulação.

Depois de dez anos passados nos mares, Ulisses finalmente revê Ítaca.


Cada dia que passa me convenço mais que nasci na época errada ;)
Boa semana ***

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